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Archive for maio \27\UTC 2008

Boris Gloger – Mentoring Program

Posted by Luciano Félix em 27 maio, 2008

Pessoal

Fui convidado pelo Boris para seu programa de mentoring, ou seja, vou auxiliá-lo em treinamentos de Certified Scrum Master sempre que possível, como foi o caso do treinamento do INdT. A cada treinamento terei uma participação mais ativa, apresentando uma maior parte do conteúdo, até que eu possa me tornar um Certified Scrum Trainer.

Sem dúvida, uma oportunidade sensacional

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Review – Scrum em Ambientes CMMI

Posted by Luciano Félix em 27 maio, 2008

O SPIN Recife organizou no dia 23/05 um evento muito interessante sobre o uso de SCRUM em ambientes CMMI. O evento contou com a participação de vários palestrantes do Brasil todo e também do Boris Gloger, Certified Scrum Trainer.

Destaco as palestras do Felipe Furtado e Izabella Lira que apresentaram um case de utilização do Scrum no C.E.S.A.R. com CMMi, a palestra do Danilo Bardusco da Globo.com também apresentando seu case de utilização de Scrum, fiquei realmente impressionado como a Globo.com abraçou o Scrum, inclusive mudando até seu mobiliário para se adequar melhor as idéias de colaboração da equipe, também gostei da palestra da Ana Sofia sobre o SCRUMMI, um processo que utiliza conceitos de Scrum sendo mais aderente ao CMMI e por fim a palestra do Boris mostrando que na essência Scrum e CMMi buscam as mesmas coisas mas que diferem nas implementações.

Parabenizo a Teresa Maciel do SPIN Recife pela iniciativa e pela excelente organização do evento.

Algumas apresentações divulgadas:

Boris Gloger

Danilo Bardusco

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Making Of – “Certified Scrum Master”

Posted by Luciano Félix em 26 maio, 2008

No dia 22/05 o Boris Gloger apresentou seus segredos de como montar um treinamento Scrum de sucesso. A idéia de montar esse pequeno treinamento informal aqui em Recife surgiu de algumas conversas que tive com ele por email, ele já havia feito algo semelhante na Globo.com no início do ano.

O treinamento foi muito interessante, aprendemos como planejar nossas apresentações, entendemos a diferença entre uma apresentação simples, um treinamento e uma consultoria. Entendemos o porquê da estrutura do treinamento de CSM.

Foi sem dúvida um treinamento muito rico e me ajudará bastante na minha jornada para me tornar um CST.

Quero agradecer ao Boris por ceder seu tempo para essa conversa e aos que participaram: Daniel Fernandes, Felipe Furtado, Rogério Raposo, Raony Araújo e Teresa Maciel

As fotos podem ser vistas aqui.

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Treinamento Certified Scrum Master – INdT

Posted by Luciano Félix em 25 maio, 2008

Nos dias 20 e 21 tive a grande oportunidade de trabalhar como assistente do Boris Gloger durante um treinamento de CSM para equipes do Instituto Nokia de Tecnologia, pude inclusive apresentar uma pequena parte do conteúdo no início do primeiro dia.

Foi interessante acompanhar o treinamento por outra perspectiva, já conhecendo a mecânica de cada atividade pude ajudar as equipes com as dúvidas que surgiam durante a execução. Além disso, pude também rever todo o conteúdo do treinamento e pude absorver ainda mais o que estava sendo passado, pude tirar mais dúvidas, pude entender melhor os conceitos, pude ver onde posso melhorar como Scrum Master e claro, puder ver mais uma vez como esse treinamento é importante para quem vai implantar o Scrum em sua empresa, só por isso já valeu demais.

A turma da Nokia foi realmente muito divertida, eles pareciam mesmo se engajar nas atividades e realmente pareciam interessados no conteúdo do treinamento, aproveito o momento para mandar um abraço a todos e agradecer ao Marco Mafra da Nokia por permitir a minha participação.

Sem dúvida foi uma grande experiência.

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Semana Scrum

Posted by Luciano Félix em 24 maio, 2008

Essa última semana foi realmente muito interessante para mim, pois tive a oportunidade de participar de várias atividades envolvendo o Scrum fora do ambiente da minha empresa.

20-21/05 – Trabalhei como assistente do Boris Gloger (CST) durante um treinamento de Certified Scrum Master para o INdT em Recife.

22/05 – Organizei um pequeno treinamento também com o Boris onde ele mostrou como organizar um treinamento de Scrum de sucesso.

23/05 – Compareci, junto com vários colegas da Solver a um evento sobre SCRUM em ambientes CMMI promovido pelo SPIN Recife.

Foi realmente um semana muito, muito legal.

Para o post não ficar muito longo vou falar mais sobre cada evento durante a próxima semana.

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Waterfall Teams vs Agile Teams

Posted by Luciano Félix em 19 maio, 2008

Nesse pequeno vídeo uma empresa de consultoria mostra a diferença entre um equipe waterfall e um equipe ágil de forma muito legal. Assistam !

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Scrum na High Moom Studios

Posted by Luciano Félix em 16 maio, 2008

Esse vídeo já é um pouco antigo, mas é bem engraçado. O pessoal da High Moon Studio, produtora de games, mostra como utiliza o scrum.

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Estimativas Absolutas X Estimativas Relativas

Posted by Luciano Félix em 15 maio, 2008

Qual a extensão da muralha da China ?
Qual a temperatura do Sol ?
Qual a altura da Empire State Building ?

Se fizermos essas perguntas a 10 pessoas diferentes provavelmente receberemos 10 respostas completamente diferentes. Mas o que isso tem haver com software ? O processo de estimar esses valores não é muito diferente do que fazemos quando alguém nos pede para estimar quanto tempo vai levar para desenvolver a função X. Prever todos os fatores que possam impactar o processo de desenvolvimento é impossível, resumindo, acertar quanto vai levar para implementar um funcionalidade não difere muito de acertar a altura do Empire State ou a temperatura do Sol.

Esse tipo de estimativa pode ser chamado de absoluta, porque tentamos estimar diretamente o tempo de cada funcionalidade sem levar em conta as outras. Esse tipo de estratégia tem diversos problemas. As estimativas ficam totalmente desprotegidas em relação a mudanças na equipe já que as estimativas de tempo têm relação direta com a quantidade de pessoas que formam a equipe e a grau de experiência e conhecimento de cada uma delas, qualquer tipo de mudança nos membros da equipe invalidarão todas as estimativas já realizadas.

Quando passamos a estimar relativamente, não nos preocupamos inicialmente com o tempo, pode parecer estranho a primeira vista, mas o que precisamos estimar inicialmente é o tamanho de cada funcionalidade, o quão complexo será desenvolver o item, mas não só isso, o valor de complexidade atribuído a cada item deve ser definido em relação a outros. Exemplificando: Se atribuirmos um valor de complexidade 10 para o item A e estimarmos que o item B é três vezes mais complexo então atribuiremos o valor 30 para o item B e assim por diante até que todos os itens estejam estimados. Qual a vantagem disso? Primeiro iniciamos as estimativas com uma referência, para isso escolhemos um item que pareça ser simples e atribuímos nosso valor de referência (2,10,N,etc.) e a partir daí passamos a estimar o outros itens em relação a essa referência. O importante aí não é a precisão da referência, mas sim a consistência entre as estimativas. Outra vantagem é que as estimativas estão blindadas em relação a mudanças na equipe, mesmo que a equipe mude completamente o tamanho dos itens é o mesmo.

Mas precisamos ter uma idéia de quando o item estará pronto, precisamos planejar nossas entregas, etc. Para isso aplicamos nas nossas estimativas relativas a métrica da velocidade da equipe, ou seja quantos pontos de complexidade a equipe consegue resolver a cada iteração, como isso podemos derivar toda a agenda do projeto, se a equipe mudar a velocidade muda e a agenda muda, mas todo trabalho em estimar não é perdido.

Quando aplicamos a velocidade estamos injetando realidade nas nossas estimativas, estamos de fato usando uma métrica de quanto à equipe pode se comprometer e estamos entregando uma agenda muito mais confiável.

Vamos apronfundar esse assunto no futuro.

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Book Review – Presentation Zen

Posted by Luciano Félix em 14 maio, 2008

Esse livro é realmente um achado. Garr Reynolds, professor de marketing e gestão da Kansai Gadai University em Osaka, Japão e ex-evanlegista da Apple, mostra de forma muito clara e agradavél como preparar, criar e apresentar conteúdo através de slides.

O livro é divido em três partes: preparação, criação e apresentação.

A parte de criação é especialmente divertida, Garr no apresenta várias soluções interessantes para todos os problemas absurdos nos slides que vemos quase sempre. Mas não é só isso, a idéia de utilizar os conceitos do Zen para a criação de slides é bastante interessante e forma como tudo isso é mostrado no livro, sem dúvida foi muito bem realizada.

Após a leitura mudei completamente minha forma de pensar e criar minhas apresentações. Não utilize o Power Point novamente até ler esse livro.

Presentation Zen – Garr Reynolds
New Riders Press, 2008, 240 págs.

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8 dicas para um bom espaço de trabalho

Posted by Luciano Félix em 13 maio, 2008

As metodologias e processos ágeis em geral se preocupam bastante com o bem estar e motivação da equipe e um dos fatores que podem contribuir para isso é o espaço alocado para a equipe.

O blog Agile Advice publicou a algum tempo um post interessante com 8 dicas de como montar um bom espaço para a equipe trabalhar.

Luz, Ar, Plantas
Uma quantidade apropriada de luz natural, circulação de ar e algumas plantas são excelentes manieras de tornar o espaço mais agradavél. A falta desses itens podem pouco a pouco diminuir a motivação da equipe.

Layout
Pessoas precisam poder trabalhar cara a cara e lado a lado. Precisam também de um espaço semi-privado onde possam ter discussões ou ligações telefônicas. As paredes precisam ter grandes áreas livres que possam ser usadas para whiteboards ou taskboards.

Ergonomia
De nada vale ter uma equipe de alta performance com estações de trabalhos inadequadas. Boas cadeiras, mesas na altura apropriada e flexibilidade para permitir adaptações individuais.

Privacidade
Todo membro da equipe precisa sair do ambiente por um curto período de tempo. Algumas organizações provêem mini salas de conferência, outras criam um cubículo separado da sala da equipe.

Personalização
A área que uma pessoa ocupa precisa ser flexível e personalizada. Pessoas precisam de fotos, brinquedos, plantas, etc. para encarar o espaço como sendo delas.

Visibilidade
Outras pessoas da empresa precisam acompanhar o que está acontecendo dentro da equipe. Janelas, divisórias de meia parede, formação bullpen podem permitir isso.

Conveniência
O espaço de forma que banheiros, cafeteria, impressoras e outros serviços em comum estejam acessíveis facilmente. A sala da equipe não pode estar totalmente isolada de distante de tudo mais.

Barulho
A equipe será barulhenta. Recomenda-se que outras pessoas estejam afastadas o suficiente para não serem incomodadas pelo barulho. Pode ser complicado equilibrar isso com visibilidade e conveniência.

Voltaremos a falar sobre ambientes de trabalho bem organizados em outras oportunidades.

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